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Diferenças e semelhanças
"Quando o amor vos fizer sinal, segui-o ainda que os seus caminhos sejam duros e escarpados. E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos ainda que a espada escondida na sua plumagem vos possa ferir". (Gibran Kahlil Gibran)
O Prazer de publicar textos e fragmentos, inclusive os de grandes autores, sempre me leva à certeza de que o encontro das letras tem o mesmo poder do encontro da notas musicais.
Diferem na forma de absorção, mas se identificam no segredo das fantasias e carências, que pontuam a existência de cada um que ama, é feliz, sofre, ou renuncia os sentimentos, mas precisa superar seus encontros e desencontros.
Imaginar o ritmo e mergulhar na melodia, seja da sinfonia ou do poema, é existir, encontrar e miscigenar o real e o sonho, é transcender (sic).
Não haverá compositor, se não houver poeta e vice e versa. Alma e coração compõem um único tecido e uma só luz na sombra, na verdade um grito explícito no silêncio dos poemas e das melodias compostas para ouvidos moucos.
Escrito por Fernando Assis às 22h52
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Felicidade é aqui e agora.....
Se a respiração fica difícil, muda o compasso do coração e os pensamentos voam, é o horizonte fugindo rumo ao intangível, ao inalcançável. As mãos se estendem em busca do que os olhos vêem, e o coração não alcança.
No fundo da alma, a força da sinfonia regida pelo Criador, oferece-nos a esperança e os sonhos. São notas e arranjos musicais remetendo-nos à magia da crença, da fé...
Ai dos que não sabem, não vêem a luz do caminho e da própria força!
Mais ainda... coitados dos que não têm diante de si a transparência da grandeza infinita, oferecida no amor que os amigos lhe dedicam.
O brilho da estrela de cada um, está na luz do que cremos e aceitamos como nosso Deus e fonte de energia.
Mãos dadas, mãos postas, mãos nas mãos!
Mãos a obra, a vida é aqui, é já!
Ontem, não há... houve!
Amanhã, não há... haverá!
Só hoje, é fato, é real, existe!
Há por aí um mundo mostrando caminhos, privando dores e regalando alegrias! É o dia de ser feliz... Aqui e agora... Sempre!
Escrito por Fernando Assis às 16h00
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Só de sacanagem
Pela importância do tema, sua relação com a ética e a necessidade de enxergar alguma esperança para o amanhã, publico o texto abaixo, escrito por Elisa Lucinda, e que faz parte do Show de Ana Carolina e Seu Jorge, evento que vem garantindo absoluto sucesso de crítica e público, por onde se apresenta.
Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta à prova? Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, que reservo duramente para educar os meninos mais pobres que eu, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e dos justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva o lápis do coleguinha"," Esse apontador não é seu, minha filhinha".
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até hábeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar. Só de sacanagem! Dirão: "Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba" e eu vou dizer: Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez.
Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau. Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal". Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal. Eu repito, ouviram? IMORTAL! Sei que não dá para mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dá para mudar o final!
Escrito por Fernando Assis às 10h09
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Desafios do Profissional para este novo milênio
Estamos já, dentro e inseridos, no milênio em questão.
Pela velocidade como ocorrem as mudanças, sejam na tecnologia, no universo do conhecimento, ou nas ações do cotidiano, às vezes não conseguimos situar os maiores desafios a serem enfrentados neste novo tempo.
Vale registrar o encontro permanente com a mídia, suas manchetes e noticias, quase sempre trazendo à baila interesses corporativistas, dos mais diversos segmentos, uma boa parte deles oriundos de lobbies exercidos em bastidores de interesses escusos e mal intencionados. Oferecendo ao final um conceito claro das pretensões de uma sociedade, sem clareza de valores, como esta em que vivemos.
Há que se perguntar, e se a pergunta perpassa para o real, demonstra a pouca visibilidade encontrada nestes tais valores: "onde quer chegar o redator deste texto?"
Afinal o tema cobra conhecimentos sobre situações e desafios postos a um profissional para os mil anos em que estamos vivendo. Daí a colocar em balanço os padrões e destinos da sociedade com suas mazelas, vai longa distância.
Será mesmo? A convivência e conseqüente institucionalização do agir espertamente, o buscar lucro a qualquer preço e por meios quaisquer, a imoralidade com que se assume atitudes impróprias, ilegais, inerentes à posturas insanas, através das quais fica patente a definitiva derrocada da cidadania, produzindo assim a receita venenosa que leva aquela sociedade anteriormente dita aos caminhos tortuosos do corporativismo, além do geral do comum, do de todos.
Desafio exposto! Vencer e mudar os paradigmas que remetem profissionais deste novo milênio a um encontro com as carências e vazios do ser humano, valoriza-os. Estarão capacitando os seus potencias natos, a sua verve sincera, a nascença e validação do caráter reto, da moral posta e acima de tudo do respeito e da generosidade. Certamente estes são ingredientes indispensáveis, capazes de trazer à consciência dos executivos em exercício luz suficiente, que possam iluminar as rotas que exigem uma nova ordem, a ordem do respeito absoluto à ética.
Esta, na minha visão, é a palavra que se utilizada em seu teor conciso, fechará as portas das muitas cavernas de "Ali Baba's" (sic) e de seus "Quarentas" (sic) ladrões que hoje, não só lapidam o erário público, como criam "dutos" capazes de exaurir da iniciativa privada, os seus justos lucros, como as possibilidades mínimas de traçar em seus planejamentos estratégicos propostas corretas e voltadas para resultados competentes.
Outros desafios existem, é óbvio e são muito importantes, porém vencê-los é uma questão do uso de técnicas e treinamentos possíveis de serem encontrados em escolas de alto gabarito. Há mestres, doutores e "Phd's" disponíveis, em larga escala, no magistério brasileiro. É um ponto de gestão temática, ou mesmo pedagógica, precisamos tão somente sistematizar a forma de agir, ou porque não dizer, usufruir a amplitude do staff acadêmico e preparado, vivente nos infinitos "campus de estudos" instalados em quase todo o país.
A ética, todavia, precisa de sensibilidade, exemplo, história de vida, conhecimentos muito mais preciosos que a expertise em toda a sua excelência.
Considerando a inteligibilidade do raciocínio aqui utilizado, permanece incólume a esperança de que ainda restam meios e formas racionais, diante do que, os obstáculos interpostos aos gestores deste chamado novo milênio, serão superados, oferecendo em seu lugar outros horizontes, permitindo, a nós profissionais, escola empresarial de comércio ou serviço, possível de ser absorvida e compreendida por todos, sem preconceitos, com vínculos e amálgama tradutores do preceito divisor de águas e sentimentos, onde primeiro é preciso ser, para depois ter.
Assim, estando vitoriosa esta tese , os desafios insuperaveis sucumbirão!
Escrito por Fernando Assis às 22h48
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